quarta-feira, 19 de julho de 2017

Gestão de Prendas e Peões 2017/2018

1ª PRENDA ADULTA - ANDRIELI DELLA MÉA MORO

Idade: 18 anos
Entidade: CTG Júlio de Castilhos - Júlio de Castilhos
Dança Tradicional: Tatu de Castanholas
Dança de Salão: Valsa
Poesia Gaúcha: Retrato, Romance das Mulheres dos Guerreiros
Música Gaúcha: Te chamo Prenda- Marcelo Oliveira
Início da caminhada tradicionalista: Minha caminhada no meio Tradicionalista começou aos 5 anos, comecei na parte artística e desde então não deixei de participar, pois é um amor que sinto pelo nosso Tradicionalismo. Esse meio Tradicionalista é muito sadio, forma jovens diferentes e melhores. E com certeza durante a gestão Regional irei fazer o melhor e tudo com muito amor, orgulho e honra de poder trabalhar em prol do nosso Movimento Tradicionalista Gaúcho.
Momento inesquecível no tradicionalismo: A Ciranda Cultural de Prendas Regional, pois será uma lembrança inesquecível que ficará guardada para sempre em minha memória.
O que representa a faixa conquistada: Representa o amor, a gratidão, o respeito, o orgulho e a honra em representar os 22 municípios da nossa amada e hospitaleira 9ª Região Tradicionalista e além de tudo o amor pelo nosso Tradicionalismo, o nosso Rio Grande do Sul.
Mensagem: " O Valor de ser Prenda deve estar no coração, ame, lute, sorria sempre e cultive a Tradição"

2ª PRENDA ADULTA - JAMILE ZAWASKI
Idade: 19 Anos
Entidade: CTG Clube Farroupilha - Ijuí
Dança Tradicional: Maçanico
Dança de Salão: Vanera
Poesia gaúcha: Meu pedido - Jaime Caetano Braun
Música Gaúcha: Sorta Cavalo - Grupo Rodeio
Início da caminhada tradicionalista: Meu início no meio tradicionalista foi antes de nascer, na barriga da minha mãe, onde ela era patroa do GF Chão Batido e sempre me criei em meio a toda essa história, e me espelho nela e no meu pai para continuar algo que eles sempre me incentivaram a fazer, me ensinando o caminho certo da vida e me passando todo os seus conhecimentos.
Momento inesquecível no Tradicionalismo: Minha primeira conquista de Prenda de Faixa Dente de Leite, que tenho até hoje guardada.
O que representa a faixa conquistada: Poder mostrar a nossa capacidade, poder cultivar a nossa tradição cada vez mais e dar continuidade a uma linda história que construirão há anos atrás para nós, por grandes pessoas que tenho um imenso orgulho, pois hoje somos o que somos por conta deles e devemos continuar fazendo a diferença em nosso tradicionalismo.

Mensagem: Tradição não é grossura; E nem vergonha pra gente; Pois tu deves ter na mente; O ventre que te gerou; O berço que te embalou; Pois não nasceu da macega; Honre o sangue que carregas; E a raiz que tu brotou.


PEÃO FARROUPILHA - DIOGO IZEQUIEL RUDELL
Idade: 26 anos
Entidade: CTG Rancho dos Tropeiros - Ibirubá
Escolaridade: Graduando em Matemática - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RGS
Dança Tradicional: Tatu com volta no meio
Dança de Salão: Valsa
Poesia Gaúcha: “Pilchas” - Luiz Coronel
Música Gaúcha: “Bem Arregalado” - Joca Martins
Início da caminhada tradicionalista: Iniciei minha caminhada no tradicionalismo quando completei dezoito anos, participando dos fandangos. Logo em seguida participei de um curso de danças tradicionais no CTG, e de imediato me convidaram para participar da invernada, desde então não saí mais. Hoje o tradicionalismo faz parte do meu dia a dia.
Momento inesquecível no tradicionalismo: A primeira apresentação artística.
O que representa o crachá conquistado: Ser peão de crachá não é só realizar provas e avaliações, mas representar toda uma geração no tradicionalismo. Ser peão de crachá ou Prenda de faixa não é só dançar em invernada ou fandango, mas é um compromisso em representar a entidade, a cidade e a região frente a toda sociedade.

Mensagem: “Com um bom chimarrão, de bota, espora e de chapéu tapeado, do futuro não me afago! Pois carrego no peito enraizado o amor por este pago, e em qualquer lugar que eu ande, da tradição não me afasto!”


1ª PRENDA JUVENIL - RAFAELA BRIATO DA SILVA

Idade: 14 anos
Entidade: CTG Tropeiro Velho - Panambi
Escolaridade: 8° ano do Ensino Fundamental - Escola Estadual de Ensino Médio Pindorama
Dança Tradicional: Anú, Tirana e Pau-de-Fitas
Dança de Salão: Milonga, Chamamé e Chote Figurado
Poesia Gaúcha: Quilombo do morro alto - Carlos Omar Villela Gomes
Início da caminhada tradicionalista: Trago o tradicionalismo desde berço, pois meus pais se conheceram no CTG que hoje participo. Porém, só ingressei efetivamente no ano de 2011 através da Invernada Mirim na qual fui campeã do Festmirim na categoria Iniciante e foi dentro desta invernada que surgiu a vontade de me tornar Prenda de faixa, tendo como inspiração minha irmã Camila. Participei nos concursos da Entidade e da Região e já representei a 9 Região Tradicionalista como 1ª Prenda Mirim na 45ª Ciranda Cultural de Prendas - na cidade de Rio Grande em sua fase estadual.  Atualmente, faço parte do Departamento Jovem, do grupo juvenil e sou a 1ª Prenda Juvenil da 9 RT.
Momento inesquecível no tradicionalismo: Não sei dizer ao certo um momento, pois foram muitos que nunca esquecerei, cada dia que estive dentro de um tablado, participando de um concurso ou até mesmo sendo apenas uma tradicionalista me deixaram sentimentos e lembranças para toda vida.
O que representa a faixa conquistada: Acredito que cada um de nós está dentro do Movimento por uma razão, por um ideal que é maior do que nossas vontades!  E é com base nisso que me tornei prenda, ser prenda não é somente ter um "pedaço de couro" no peito, mas sim, difundir nossa cultura, é preservar nossos valores e princípios, é estarmos trabalhando voluntariamente todos os dias em prol do tradicionalismo, é vermos o brilho no olhar de cada pessoa da sociedade quando transmitimos um pouco do que sabemos. Vi o tradicionalismo organizado com toda sua grandiosidade. E além de conhecer melhor nossa cultura, fiz novas amizades, amigos que hoje posso considerar irmãos, tios e até mesmo pais e mães de coração. Conheci o estado de ponta a ponta. Formei uma personalidade diferente, que como sempre digo: "Só tenho esta personalidade graças a minha caminhada de Prenda". E hoje posso afirmar que sou eternamente grata por ter a oportunidade de ser Prenda de faixa, e de representar minha entidade e região durante esta gestão que inicia.

Mensagem: "Tomando como destino a tradição, trabalhemos unidos por um ideal de lutas e amor pelas nossas raízes, mantendo vivas as cores do Rio Grande, como um exemplo de civismo à juventude, para que seja preservada a identidade do povo gaúcho!"


2ª PRENDA JUVENIL - GABRIELLI DA ROSA COSTA
Idade: 15 anos
Entidade: Centro de Cultura Nativa Piazito Carreteiro - Ijuí
Escolaridade e Local: 9º ano - Escola Estadual de Ensino Fundamental Alice Couto
Dança Tradicional: Tatu de Castanholas
Dança de salão: Vanera
Poesia gaúcha: Anita Garibaldi
Música Gaúcha: A primeira vez - Os Nativos
Início da caminhada tradicionalista: Iniciei no tradicionalismo através da Invernada Mirim de minha entidade no ano de 2010 e com pouco tempo de participação do CTG fui convidada para participar da Ciranda de Prendas, em sua fase interna, e por incentivo participei para adquirir mais conhecimento sobre a cultura gaúcha. Já tive a honra de ter sido duas vezes Prenda Mirim da 9ª RT nas gestões de 2012/2013 e 2014/2015, e estou nesse caminho até hoje, orgulhosamente representando desde o início, minha entidade mãe, o CCN Piazito Carreteiro.
Momento inesquecível no tradicionalismo: 28º Fandango da Prenda Jovem.
O que representa a faixa conquistada: Para mim a faixa conquistada é o resultado de todo o esforço, dedicação, estudos e ensaios durante minha trajetória, e todos aqueles que me apoiaram e me ajudaram durante esse caminho tem parte na conquista, mas o que foi mais significante para mim foi poder ter participado da Ciranda Regional e ter feito novas amizades dentro do tradicionalismo, deixando de lado a rivalidade entre as entidades.

Mensagem: "Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão! Perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve, e a vida é muito para ser insignificante!"


3ª PRENDA JUVENIL - KEROLIN KELLER KIRST
Idade: 16 Anos
Entidade: CTG Querência da Serra - Cruz Alta
Escolaridade: 3° Ano E.M, Escola de Ensino Médio Cooperação
Dança Tradicional: Tatu de Castanholas
Dança de Salão: Milonga
Poesia Gaúcha: Quando a Loucura vem Matear Comigo
Música Gaúcha: China Atrevida
Início da caminhada tradicionalista: Iniciei minha caminhada como tradicionalista aos 8 anos de idade, e após isso, me apaixonei primeiramente, pela dança, da qual até hoje sou apaixonada. Me envolvendo mais com as atividades do CTG, participei de cirandas, que também me apaixonei, e vi o quão importante é, pois, todo o conhecimento e experiência que adquirimos, é essencial para nossa vida. Hoje, aos 16 anos, continuo minha caminhada, almejando sonhos, e o mais importante, não desistindo do que amo!
Momento inesquecível no tradicionalismo: Quando, na minha entidade, vejo as novas gerações, se espelhado nos mais velhos, e querendo seguir os mesmos passos. Me encanta muito!
O que representa a faixa conquistada: Uma oportunidade de levar o Tradicionalismo a diante, incentivando e auxiliando nosso Estado, assim como nosso futuro, as novas gerações, que muito dependem de nós, e que com certeza, seguirão nossos passos e darão continuidade a todo o trabalho já realizado.

Mensagem: Nunca desista dos seus sonhos, e não sonhe sozinha(o), pois quando sonhamos juntos, se realiza! Busque sempre seu objetivo e, um dia, você o alcançará!


1º GURI FARROUPILHA - FELIPE ANTÔNIO MOREIRA HAMMERSCHMITT
Idade: 14 anos
Entidade: CCN Piazito Carreteiro - Ijuí
Escolaridade: 7° ano do Ensino Fundamental - Colégio Evangélico Augusto Pestana
Dança Tradicional: Tatu de castanholas
Dança de Salão: Vanera
Poesia Gaúcha: Pra quem tem a alma nos “basto”, Loresoni da Rosa Barbosa
Música Gaúcha: Cantador de campanha – Luiz Marenco
Início da caminhada tradicionalista: Comecei no tradicionalismo primeiramente andando a cavalo, depois fui dançar na invernada e participei duas vezes do concurso interno, mas só na segunda gestão interna, tive a oportunidade de participar do Concurso Regional do qual tenho o título hoje.
Momento inesquecível no tradicionalismo: Recebimento do Crachá Regional 2017/2018.
O que representa o crachá conquistado: Me sinto responsabilizado em incentivar todos os jovens a participar do Entrevero, e sendo assim ajudá-los, ensinar o que sei e aprender o que não sei.

Mensagem: Devemos conhecer nossa cultura, saber de onde a gente veio, para saber para onde a gente vai.


2º GURI FARROUPILHA - OROZIMBO PEREIRA ANDREATTA JUNIOR
Idade: 14 anos
Entidade: CTG Clube Farroupilha - Ijuí
Escolaridade: 9º Ano, Escola Estadual de Ensino Médio São Geraldo
Dança Tradicional: Maçanico
Dança de Salão: Vanera
Poesia Gaúcha: Sonhos de Um Guri Campeiro - Leandro Araújo
Música Gaúcha: Criado em Galpão
Início da caminhada tradicionalista: Comecei no CTG Tauras de 35 em Joia, onde tinha uns 6 ou 7 anos, dançando na invernada. Entrei neste meio tradicionalista, através do CTG, pois amo tudo que se refere ao tradicionalismo.
Momento inesquecível no tradicionalismo: Participar do 30º Entrevero Cultural de Peões, fase Regional.
O que representa o crachá conquistado: O crachá representa muito esforço, dedicação, suor de muito trabalho, e também muito orgulho em representar a nossa Nona Região Tradicionalista.

Mensagem: Agradeço a todos que me apoiaram e torceram por mim. E todos podem ter certeza que vou honrar e representar bem este crachá ... Um grande abraço!

  
3º GURI FARROUPILHA - MATEUS STELLA ZAMBERLAN
Idade: 14 anos
Entidade: CTG Pealo da Amizade - Pejuçara
Escolaridade: Escola Estadual de Educação Básica Ângelo Furian
Dança Tradicional: Tatu com volta no meio
Dança de Salão: Venera
Poesia Gaúcha: Arroz Carreteiro - Jaime Caetano Braun
Música Gaúcha: Entardecer - Wilson Paim
Início da caminhada tradicionalista: Minha caminhada começou quando tinha 7 anos que ingressei na invernada dente de leito do CTG Pealo da Amizade. Após isso, participei de todos os eventos do CTG até o ano passado, quando conquistei o crachá de 1° Guri Farroupilha nos 50 anos do CTG, sendo que essa era a primeira vez que o CTG promoveu um Entrevero de Peões. E continuo participando, atualmente da Invernada Juvenil.
Momento inesquecível no tradicionalismo: Ter conquistado o crachá de 3º Guri da 9ª RT
O que representa o crachá conquistado: Muita alegria, pois foi a primeira vez que minha entidade participa de um evento deste porte.

Mensagem: "Ensina ao guri o caminho, para que quando for nego veio não vá se estraviar.


1ª PRENDA MIRIM - YASMIM FINGER
Idade: 10 anos
Entidade: CTG Estância do Imigrante - Selbach
Escolaridade: 5º Ano - Escola Estadual De Ensino Médio Adão Seger
Dança Tradicional: Chote Carreirinho
Dança de Salão: Valsa
Poesia Gaúcha: Dos Retalhos De Um Mundo Cor De Rosa - Júlio César Paim
Música Gaúcha: Hino Ao Rio Grande
Início da caminhada tradicionalista: Comecei a fazer parte da Invernada dente de leite do CTG Estância do Imigrante com 4 anos, aos 5 anos fui Prendinha Mimosa do nosso CTG. Aos 7 anos 1ª Prenda Dente de Leite. Um Dia Depois de fazer 9 anos conquistei a faixa de 2ª Prenda Mirim do CTG Estância do Imigrante, onde esta faixa me deu a oportunidade de participar da Ciranda Regional e com muito orgulho conseguir conquistar a faixa de 1ª Prenda Mirim da 9ª RT. Adoro meu CTG e todos que fazem parte dele, tento ajudar sempre que possível e representar da melhor forma o meu CTG, entidade esta que me acolheu com tanto amor e carinho. Hoje participo da Invernada Mirim do nosso CTG onde adoro dançar, sempre fui muito incentivada pela minha mãe e ela vai comigo a todos os encontros, seminários e eventos tradicionalistas.
Momento inesquecível no tradicionalismo: 48ª Ciranda De Prendas, quando chamaram meu nome como 1ª Prenda Mirim Da 9ª RT.
O que representa a faixa conquistada: Ser 1ª Prenda Mirim da 9ª RT é a realização de um sonho, é a recompensa de todo esforço e dedicação, é uma demonstração da continuidade dos valores, da cultura e tradição do nosso Estado. Enfim, é uma honra e um orgulho representado em uma faixa.

Mensagem: Para conquistar algo importante devemos não apenas sonhar, mas também agir, não apenas planejar mas acreditar que tudo dará certo e que você alcançará o seu objetivo, pois um sonho sonhado sozinho é apenas um sonho, mas quando é sonhado por todos virar realidade.


2ª PRENDA MIRIM - BEATRIZ PORT
Idade: 11 anos
Entidade: CTG Querência da Serra - Cruz Alta
Escolaridade: Colégio Santíssima Trindade
Dança Tradicional: Tatu com Volta no Meio
Dança de Salão: Rancheira
Poesia Gaúcha: Além do horizonte - Luís Menezes
Música Gaúcha: Rio Grande tchê – Os Serranos
Início da caminhada tradicionalista: Iniciei no CTG aos 5 anos na escolinha de dança por incentivo de minha irmã que já estava na invernada mirim da entidade.
Momento inesquecível no tradicionalismo: O resgate de Prendas no projeto Núcleo de Fortalecimento a Cultura, que me marcou muito pois ouvir todas as histórias das Prendas é bonito demais.
O que representa a faixa conquistada: O cargo de Prenda é representar a 9ª Região da melhor forma possível.

Mensagem: "O tradicionalismo é como um livro, muitos sabem os nomes e poucos a história"

  
3ª PRENDA MIRIM - ISADORA PINHEIRO ALVES                       
Idade: 11 Anos            
Entidade: DTG Sentinelas da Tradição - Tupanciretã                 
Escolaridade: 6º Não - Emef Doutor Flory Druck Kruel            
Dança Tradicional: Tatu de Castanholas
Dança de Salão: Chote Figurado          
Poesia Gaúcha: Bruxinha de Pano - Jurema Chaves         
Música Gaúcha: Eu sou do Sul             
Início da caminhada no tradicionalismo: Iniciei aos 6 anos dançando na invernada Mirim do DTG, o qual faço parte até hoje.
Momento inesquecível no tradicionalismo: O dia em que me tornei 3ª Prenda Mirim da 9ª Região Tradicionalista.                       
O que representa a faixa conquistada: Representa que eu consegui subir mais um degrau da minha jornada no tradicionalismo, e que através desta faixa quero incentivar ainda mais jovens a participar de Cirandas e Entreveros, enfim a seguir o tradicionalismo.
                       
Mensagem: A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dança, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.     


1º PIÁ FARROUPILHA - BRUNO DE FREITAS
Idade: 11 anos
Entidade: CTG Querência da Serra - Cruz Alta
Escolaridade: 5° Ano - E.E.E.F. Dr. Gabriel Álvaro de Miranda
Dança Tradicional: Tatu Com Volta No Meio
Dança de Salão: Vanera
Poesia Gaúcha: Como Se Transmite A Tradição - Dimas Costa
Música Gaúcha: Tertúlia
Início da caminhada no tradicionalismo: Iniciei no tradicionalismo aos 5 anos na invernada pré-mirim do CTG Querência da Serra no ano de 2011, aos 8 anos passei para a invernada mirim. Fiz um período de chula e atualmente faço aula de gaita. Participo do grupo de estudos e do Departamento Cultural da minha entidade. Nesta minha caminhada tradicionalista ganhei muitos amigos e isso me faz muito feliz.
Momento inesquecível no tradicionalismo: o 1º lugar em danças tradicionais, com a minha invernada Mirim em rodeio de danças.
O que representa o crachá conquistado: Primeiramente alegria e satisfação, e assim consciência de não desistir do que sonhamos, pois é através de muito estudo, determinação e persistência que conquistamos o que queremos. E assim o que fica não é um número, mas sim responsabilidade e aprendizado.

Mensagem: Ninguém doma a esperança, liberdade não se encilha, galopa livre em meu peito, um coração farroupilha.


2º PIÁ FARROUPILHA - DJÔNATHAN JULIO UBESSI STREIT
Idade: 11 anos
Entidade: CTG Rancho dos Tropeiros - Ibirubá
Escolaridade: 6º Ano - Escola Estadual de Ensino Fundamental Edison Quintana
Dança Tradicional: Havaneira Marcada
Dança de Salão: Valsa
Poesia Gaúcha: Petiço Piá - João Batista de Oliveira Gomes
Música Gaúcha: O campo - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Início da caminhada tradicionalista: Iniciei no tradicionalismo ainda muito novo. Quando eu tinha 2 anos surgiu a invernada Micuim no meu CTG, e eu comecei a participar e nunca parei, hoje danço na invernada Mirim. Além das danças comecei a participar das cavalgadas aos 3 anos de idade. Como minha irmã resolveu ser Prenda de faixa também comecei a participar da parte cultural da minha entidade, representando-a por 5 vezes. Fui Piazito Farroupilha em 2009/2010 e 2011/2012 e 1º Piá Farroupilha em 2014/2015, 2015/2016 e 2016/2017, agora neste último junho participei do meu 1º concurso regional, no qual conquistei o cargo de 2º Piá Farroupilha da 9ª RT, o qual me orgulho muito.
Momento inesquecível no tradicionalismo: O Entrevero Regional de 2017.
O que representa o crachá conquistado: Representa a valorização de todo o meu esforço e dedicação em prol do tradicionalismo.

Mensagem: “Sou gaúcho porque nasci no Rio Grande do Sul. Meu coração é de gaúcho porque amo esta terra gaúcha que me viu nascer. Sou gaúcho de pensamento porque penso como gaúcho. Sou, finalmente, gaúcho de tradição, porque conservo a nobreza deste mesmo gaúcho, a honra destes homens, heróis muitas vezes desconhecidos.


3º PIÁ FARROUPILHA - JOÃO VITOR DOS SANTOS DIAS                      
Idade: 12 anos                       
Entidade: DTG Sentinelas da Tradição - Tupanciretã                       
Escolaridade: 7º Ano - Escola Flory Kruel 
Dança Tradicional: Tatu com Volta no Meio
Dança de Salão: Chote Figurado
Poesia Gaúcha: Meu Petiço - Wilson Tubino
Música Gaúcha: Guri - César Passarinho
Início da caminhada tradicionalista: O início da caminhada no Tradicionalismo se deu através do meu pai que sempre participa de rodeios e também de meus irmãos que dançavam na Invernada Juvenil do DTG.
Momento inesquecível no Tradicionalismo: O dia em que conheci e tirei uma foto com Paixão Cortes.                       
O que representa o crachá conquistado: Para mim o crachá conquistado neste final de semana veio coroar todo o esforço e horas de estudo que tive. Hoje sou um representante da minha Entidade na 9ª RT. Espero junto aos meus companheiros de gestão poder fazer um excelente trabalho e cada vez mais levar o nome do meu Município e Entidade por onde quer que eu ande. Mas mais importante que o crachá são os amigos que o Tradicionalismo me deu.                       

Mensagem: Um povo que tanto lutou por liberdade não pode deixar preso o orgulho de ser gaúcho.                        

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Acesse o Site do MTG e confira os cursos, diretrizes, eventos... http://www.mtg.org.br/seja+bem+vindo



* INSCRIÇÕES PARA 84ª CONVENÇÃO TRADICIONALISTA - http://www.mtg.org.br/noticias/105

* INSCRIÇÕES ENART PARA MÚSICOS - http://www.mtg.org.br/noticias/277

* Departamento de Formação Tradicionalista - AGENDA DE CURSOS - https://www.cursos.mtg.org.br/agenda-de-cursos

* DIRETRIZ DA MOSTRA ENART E TCHÊNCONTRO 2017 - http://www.mtg.org.br/cultura/660

* 3ª edição do PRÊMIO MTG DE JORNALISMO -http://www.mtg.org.br/noticias/278

segunda-feira, 3 de julho de 2017

3º Encontro de Patrões da 9ª RT

3º Encontro de Patrões da 9ª RT
02 de julho de 2017, no CTG Mangueira de Pedra - Quevedos RS.

O 3º Encontro Regional de Patrões, apresentou a nova Gestão Regional de Prendas e Peões 2017/2018, que conquistaram seus títulos na Ciranda e Entrevero Regional em Panambi nos dias 24 e 25 de junho.

Também no Encontro aprovou-se a logo comemorativa dos 50 anos da 9ª RT, além de diversos assuntos tratados referentes aos Departamentos Artístico, Campeiro e de Esporte. 


O Departamento Cultural realizou diversas atividades, dentre elas apresentação da história e cultura da cidade de Quevedos e do CTG, palestra sobre Festas Juninas - Uma herança Cultural, com a realização das brincadeiras desta festa e ainda houveram as orientações sobre Ciranda Cultural de Prendas e Entrevero Cultural de Peões para as entidades.


quarta-feira, 28 de junho de 2017

CARTA DE PRINCÍPIOS do MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO


A "CARTA DE PRINCÍPIOS" atualmente em vigor foi aprovada no VIII Congresso Tradicionalista, levado a efeito no período de 20 a 23 de julho de 1961, no CTG "O Fogão Gaúcho" em Taquara, e fixa os seguintes objetivos do Movimento Tradicionalista Gaúcho:
I - Auxiliar o Estado na solução dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo.
II - Cultuar e difundir nossa História, nossa formação social, nosso folclore, enfim, nossa Tradição, como substância basilar da nacionalidade.
III - Promover, no meio do nosso povo, uma retomada de consciência dos valores morais do gaúcho.
IV - Facilitar e cooperar com a evolução e o progresso, buscando a harmonia social, criando a consciência do valor coletivo, combatendo o enfraquecimento da cultura comum e a desagregação que daí resulta.
V - Criar barreiras aos fatores e idéias que nos vem pelos veículos normais de propaganda e que sejam diametralmente opostos ou antagônicos aos costumes e pendores naturais do nosso povo.
VI - Preservar o nosso patrimônio sociológico representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares.
VII - Fazer de cada CTG um núcleo transmissor da herança social e através da prática e divulgação dos hábitos locais, noção de valores, princípios morais, reações emocionais, etc.; criar em nossos grupos sociais uma unidade psicológica, com modos de agir e pensar coletivamente, valorizando e ajustando o homem ao meio, para a reação em conjunto frente aos problemas comuns.
VIII - Estimular e incentivar o processo aculturativo do elemento imigrante e seus descendentes.
IX - Lutar pelos direitos humanos de Liberdade, Igualdade e Humanidade.
X - Respeitar e fazer respeitar seus postulados iniciais, que têm como característica essencial a absoluta independência de sectarismos político, religioso e racial.
XI - Acatar e respeitar as leis e poderes públicos legalmente constituídos, enquanto se mantiverem dentro dos princípios do regime democrático vigente.
XII - Evitar todas as formas de vaidade e personalismo que buscam no Movimento Tradicionalista veículo para projeção em proveito próprio.
XIII - Evitar toda e qualquer manifestação individual ou coletiva, movida por interesses subterrâneos de natureza política, religiosa ou financeira.
XIV - Evitar atitudes pessoais ou coletivas que deslustrem e venham em detrimento dos princípios da formação moral do gaúcho.
XV - Evitar que núcleos tradicionalistas adotem nomes de pessoas vivas.
XVI - Repudiar todas as manifestações e formas negativas de exploração direta ou indireta do Movimento Tradicionalista.
XVII - Prestigiar e estimular quaisquer iniciativas que, sincera e honestamente, queiram perseguir objetivos correlatos com os do tradicionalismo.
XVIII - Incentivar, em todas as formas de divulgação e propaganda, o uso sadio dos autênticos motivos regionais.
XIX - Influir na literatura, artes clássicas e populares e outras formas de expressão espiritual de nossa gente, no sentido de que se voltem para os temas nativistas.
XX - Zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas, que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais.
XXI - Estimular e amparar as células que fazem parte de seu organismo social.
XXII - Procurar penetrar e atuar nas instituições públicas e privadas, principalmente nos colégios e no seio do povo, buscando conquistar para o Movimento Tradicionalista Gaúcho a boa vontade e a participação dos representantes de todas as classes e profissões dignas.
XXIII - Comemorar e respeitar as datas, efemérides e vultos nacionais e, particularmente o dia 20 de setembro, como data máxima do Rio Grande do Sul.
XXIV - Lutar para que seja instituído, oficialmente, o Dia do Gaúcho, em paridade de condições com o Dia do Colono e outros "Dias" respeitados publicamente.
XXV - Pugnar pela independência psicológica e ideológica do nosso povo.
XXVI - Revalidar e reafirmar os valores fundamentais da nossa formação, apontando às novas gerações rumos definidos de cultura, civismo e nacionalidade.
XXVII - Procurar o despertamento da consciência para o espírito cívico de unidade e amor à Pátria.
XXVIII - Pugnar pela fraternidade e maior aproximação dos povos americanos.
XXIX - Buscar, finalmente, a conquista de um estágio de força social que lhe dê ressonância nos Poderes Públicos e nas Classes Rio-grandenses para atuar real, poderosa e eficientemente, no levantamento dos padrões de moral e de vida do nosso Estado, rumando, fortalecido, para o campo e homem rural, suas raízes primordiais, cumprindo, assim, sua alta destinação histórica em nossa Pátria.
Fonte: MTG ___________________________________
Assessoria de Comunicação 9ª RT

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Os símbolos oficiais do Rio Grande do Sul e que foram definidos por legislação específica:

LEI Nº 5.213, DE 5 DE JANEIRO DE 1966
São símbolos do Estado do Rio Grande do Sul:
a) a Bandeira
b) o Hino
c) as Armas
A Bandeira do Estado do Rio Grande do Sul foi utilizada pela primeira vez no dia 12 de novembro de 1836, quando o governo da República Rio-grandense, instalado em Piratini, baixou o decreto criando o Escudo d'armas da República, assim entendido o pavilhão dos Farroupilhas.
A Bandeira foi oficialmente adotada como símbolo do Estado pelo decreto estadual nº 5.213, de 5 de janeiro de 1966, sendo governador, Ildo Meneghetti. Deve-se sua concepção ao farroupilha Bernardo Pires, em trabalho conjunto com José Mariano de Mattos.
A Bandeira compõe-se de três panos: verde (acima), vermelho (no centro) e amarelo (em baixo) em tonalidades normais. Possui uma elipse vertical em pano branco, onde está inserido o brasão. Num lenço, ao centro do brasão, se lê a inscrição "República Rio-Grandense" e sob o brasão, o lema "Liberdade, Igualdade, Humanidade".
As cores da bandeira se devem à bandeira do Brasil (verde e amarelo) e a faixa vermelha que atravessa a bandeira na diagonal significa todo o sangue gaúcho derramado tanto na Revolução que ocorreu entre a República do Rio Grande e o Império do Brasil, quanto as demais guerras e disputas que ocorreram na região.
Não há registro em documento que oficializem os motivos para a adoção tanto das cores estaduais do Rio Grande do Sul, mas, através das pesquisas dos registros históricos pode-se rastear as suas origens. Os farroupilhas sul rio-grandenses, ao criarem a bandeira da Republica Rio-grandense, adotaram as cores nacionais brasileiras, a verde e a amarela, juntando a essas o vermelho republicano, surgido durante a Revolução Francesa.
Verde – retratando o verde da bandeira brasileira- da família de Bragança
Amarelo – reproduzido da bandeira brasileira – da família de Lorena
Vermelho – Símbolo da Republica e da Federação

O Brasão foi adotado pelo mesmo decreto que instituiu o Hino e a Bandeira do Estado. Acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hildebrando e em arte final pelo Major Bernardo Pires, sendo muito semelhante ao usado na época dos farrapos. O brasão é o mesmo que aparece no centro da bandeira estadual.
O vigente Brasão de Armas do Rio Grande do Sul, tem como origem os brasões construídos durante o decênio farroupilha pelos maçons Mariano de Mattos e Bernardo Pires, ou ainda nos existentes nas alegorias do Padre Chagas e do Padre Hildebrando. Os seus autores, que faziam parte da maçonaria, agregaram espontaneamente, ao Brasão de armas do Rio Grande do Sul, símbolos da maçonaria que transmitiam a sua tradição e filosofia maçônica. A Lei Estadual nº 5213, de 05 de janeiro de 1966, estabelece como símbolo estadual do Rio Grande do Sul, também o Brasão de Armas.
No brasão de armas vamos encontrar um listel de pratas com a legenda: LIBERDADE IGUALDADE HUMANIDADE. Inspiração da trilogia francesa, de “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, somente foi substituída a palavra Fraternidade por Igualdade.
A associação dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, segundo o escritor José Castelani, é muito mais antiga em relação à sua utilização durante a Revolução Francesa, no ano de 1789, onde teve maior repercussão e pode ser encontrada na criação da primeira seita fundada por Johann Kelperes em 1964 do “Comunismo Cristão”, quando afirma que o Messias aguardado não se apresentará com o pescador de almas, mas como:
- Distribuidor de Justiça: IGUALDADE
- Grande Irmão: FRATERNIDADE
- Libertador: LIBERDADE

O Hino Rio-grandense foi oficializado pela Lei 5.213/1966.
A 30 de Abril de 1838, os farroupilhas obtiveram uma de suas maiores vitórias em todo o decênio revolucionário: a conquista da vila legalista de Rio Pardo. Em meio à euforia do triunfo, eles se deram conta de que havia sido aprisionada a banda militar do 2º Batalhão Imperial de Caçadores e seu respectivo maestro, Joaquim José Mendanha. Então lhe deram o encargo de compor a música do Hino da República Rio-Grandense. Os historiadores afirmam ter acontecido a primeira execução em 5 de Maio de 1838.
Existem três registros de letras do Hino, desde os tempos do Decênio Heroico até os dias atuais. A composição consagrada como hino republicano rio-grandense é de autoria de Joaquim José de Mendanha.
Quando das comemorações centenárias, em 1935, passou a música por uma revisão, de que foi incumbido o professor Antônio Corte Real. A letra oficialmente adotada, é da autoria de Francisco Pinto da Fontoura, conhecido por Chiquinho da vovó.

Os símbolos sociais do gaúcho definidos por legislação:
LEI Nº. 7.418, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1980
É consagrada como ave-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a ave “Belonopterus Cayennensis”, predominante nos campos gaúchos e popularmente conhecida como “Quero-Quero”.
LEI Nº. 7.439, DE 08 DE DEZEMBRO DE 1980
Institui a Erva-Mate “Ilex Paraguaiensis” como a Árvore Símbolo do Rio Grande do Sul.
É consagrada como símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a Erva-Mate “Ilex Paraguaiensis”.
Fica constituída a “Semana Estadual da Erva-Mate”, a ser comemorada, anualmente, na segunda semana do mês de setembro.
DECRETO N° 38.400, DE 16 DE ABRIL DE 1998
É instituída como Flor Símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a espécie BRINCO DE PRINCESA, "Fuchsia Regia (Vell.) Munz", da Família ONAGRACEAE.
LEI Nº 11.826, DE 26 DE AGOSTO DE 2002
Inclui o Cavalo Crioulo como animal-símbolo reconhecendo-o, juntamente com o Quero-Quero, como o patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Sul.
Fica incluído o Cavalo Crioulo como animal-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul.
São declarados como bens integrantes do patrimônio cultural do Estado, por constituírem patrimônio natural, portadores de referência à identidade, à ação e à memória da sociedade rio-grandense, os seguintes animais:
I - a ave “Belonopterus Cayennensis”, predominante nos campos gaúchos e popularmente conhecida como “Quero-Quero”;
II - o Cavalo Crioulo.
LEI Nº 11.858, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2002
É instituída, como Planta Medicinal Símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a Achyrocline Satureioides, da família asteracea, vulgarmente conhecida como MACELA ou MARCELA e por eloyatei-caá em Tupi-guarani.
LEI Nº 11.929, DE 20 DE JUNHO DE 2003
Institui o churrasco como “prato típico” e o chimarrão como “bebida símbolo” do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
Ficam instituídos o churrasco à gaúcha como o prato típico e o chimarrão como a bebida símbolo do Rio Grande do Sul.
Para os efeitos desta Lei, entende-se por churrasco à gaúcha a carne temperada com sal grosso, levada a assar ao calor produzido por brasas de madeira carbonizada ou in natura, em espetos ou disposta em grelha, e sob controle manual.
Para assinalar as instituições ora estabelecidas, ficam criados “o Dia do Churrasco” e o “Dia do Chimarrão”, a serem comemorados em 24 de abril de cada ano e incorporados ao calendário oficial de eventos do Estado do Rio Grande do Sul.
LEI Nº 12.992, DE 13 DE JUNHO DE 2008
Declara a ESTÁTUA DO LAÇADOR integrante do patrimônio histórico e cultural e escultura-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul.
LEI Nº 13.513, DE 08 DE SETEMBRO DE 2010
Institui a GAITA (Acordeom) como instrumento musical símbolo do Estado do Rio Grande do Sul.

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Departamento de Comunicação da 9ª RT